Codependência afetiva

Segue abaixo, pra quem se interessar, dois livros que achei na internet sobre codependência afetiva (tema que venho estudando bastante recentemente)… estarei neste mesmo post adicionando novos materiais assim que encontre:

O Vício de Amar – Pia Melody

Codependencia afetiva – Pia Melody

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~ por jeffvasques em 11/11/2012.

4 Respostas to “Codependência afetiva”

  1. É uma leitura interessante, para nos chamar atenção de que: “Nossa habilidade de enfrentar a realidade está diretamente ligada com um
    relacionamento saudável consigo mesmo, o que significa amar a si mesmo, proteger a si mesmo, identificar-se consigo mesmo, cuidar de si mesmo, e moderar-se”. Mas sem esquecermos que o “si mesmo”, está cheio de outros, não é? E aí buscar identificar estes outros que nos formam também ajuda!
    um beijão,

  2. Sim, Sônia… uma grande falha da maioria desses livros de auto-ajuda/psicanálise é se basear numa visão “individualista”, não vendo o ser humano como ser social… então a análise e o tratamento é sempre excessivamente baseada no indivíduo… por exemplo, no livro sobre codependência que postei, a autora diz logo no início que a auto-estima é algo que vem de dentro do indivíduo… até entendo o que ela quer dizer (ninguém vai ter auto-estima por mim, claro), mas se aceitarmos essa afirmação rigorosamente caímos numa situação insolúvel (como posso saber meu valor se não me coloco em relação a outra coisa? o meu valor é absoluto, independente das relações que estabeleço? Se for absoluto estamos no plano da metafísica ou na psicose/paranóia, em que meu valor independe do mundo… acredito que os valores se constróem em relação, me explico: não que a relação diga meu valor imediatamente em sua aparência positiva ou negativa, mas as relações no geral (boas e ruins) me ajudam a apreender o valor potencial que posso ter/cumprir/que carrego como potência…) A auto-estima é uma percepção pessoal sobre o valor de si mesmo, mas isso está diretamente conectado às relações que estabeleço e como essas relações podem me ajudar a ver meu próprio valor… isso não significa ficar a mercê das relações variando minha auto-estima de acordo com elas (isso seria auto-estima alheia), mas que não consigo materialmente sentir meu valor se não estabelecer relações valorosas, em que posso me avaliar e perceber minha potencialidade. Apesar disso, a leitura é muito instigante… tenho me debruçado muito sobre isso… Abração, jeff

    • Não teria a construção da auto-estima, algo em comum com nossas relações de trabalho?
      Diante da divisão social do trabalho, o indivíduo não perderia a capacidade de ver a si mesmo “projetado” no que faz?
      Não pretendo com isso, fazer uma associação mecânica de uma questão com a outra, mas creio que, a raiz profunda do problema, deva estar por aí.
      abs.,
      maria

      • Acho que tem relacao sim, maria! Em geral, estamos alienados de nós mesmos… não sabemos o que queremos, desejamos… desejamos o que os outros querem que desejamos… Mas esses livros que postei aí tratam de indivíduos específicos que, pralém dessa alienação a que todos estão submetidos, desenvolvem um transtorno singular, com características perversas de dependência, vazio… bejin, jeff

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