mal abro

pavao-cauda-dourada-1mal abro
os olhos

a morte
me diz

“não me esqueça…”

sonolento
e irritado

pego a caneta
e cravo

às suas costas
– qual flor ou bandeira –
este poema.

já bem acordado
saboreio o café

e o fato

de que
meu pavão cravado
de insolências

espreita.

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~ por jeffvasques em 17/01/2017.

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